Algumas charges que publiquei na Folha e Gazeta do Povo. Espero que gostem, apesar da defasagem. Ah, e clica na imagem para ver o desenho maior. (Benett)
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Algumas charges que publiquei na Folha e Gazeta do Povo. Espero que gostem, apesar da defasagem. Ah, e clica na imagem para ver o desenho maior. (Benett)
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As charges abaixo foram publicadas nos jornais Folha de S. Paulo e Gazeta do Povo. Clique nas imagens e elas ampliam.
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Se eu tinha uns 2 ou 3 leitores perdi todos por ficar tanto tempo sem atualizar. Clica na imagem para ela ficar maior.
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Caramba, esqueci de atualizar isso aqui. Aí vão as charges da semana… passada e retrasada!Incrível, charges são como Drosophilas melanogaster, ou a popular mosca da banana: o tempo de vida é de mais ou menos 24 horas. Clique na imagem, para ela ficar maior e por consequência, mais legível.
Duas atuais
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As charges publicadas na Folha vocês poderão ler AQUI, com qualidade alta. Não só as minhas, mas as do Jean, do João e do Angeli.
Aí vão as ideias da semana que passou. Clique na imagem para você ver em alta os defeitos dos desenhos.
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Charge Gazeta do Povo, 18/06/2012
02 Charge da Folha, 18/06/2012
e as ideias que se perderam pelo caminho…
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04 – essa é uma ideia muito manjada, mas foi o que consegui num dia difícil onde as ideias não vinham e não vinham e não vinham…
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Texto do Ruy Castro publicado na Folha de S. Paulo em 12/06/2012 traz crítica de Ivan Lessa a chargistas. Concordo com ele, diga-se de passagem:
São Paulo, 13 de Junho de 2012
Aos olhos de Ivan
RIO DE JANEIRO - Ivan Lessa temia que, quando morresse, algum cartunista iria desenhá-lo de camisola e asinha, encontrando-se com um colega também recém-morto, os dois flutuando sobre uma nuvem. Achava isso de uma total falta de imaginação. Sábado último, quando veio a notícia de sua morte, já antevi o cartum: Ivan sendo recebido numa nuvem por Millôr Fernandes, ambos de anjinhos. Mas o cartum não aconteceu -o horário de fechamento dos jornais nos fins de semana o salvou do lugar-comum.
Leio na internet mensagens acusando-o de abandonar o Brasil, de não ter ficado para “resistir” e de dedicar os últimos 34 anos a falar mal do país à distância. Viva a ignorância. Ivan passou no Brasil os piores anos da ditadura, que foram os da década de 70, e num dos lugares mais expostos: as páginas do “Pasquim”, o maior alvo da censura.
Ali ele criou o humor mais violento que o país já viu, e que só escapava à Pilot pela burrice dos censores. “Amar é… ser o primeiro a reconhecer o marido no Instituto Médico Legal”, escreveu. Ou: “Vomitar, no Nordeste, é sinal de status”. Ou: “O brasileiro é um povo com os pés no chão. E as mãos também”. E só em 1978, quando a abertura era uma realidade, Ivan partiu para Londres, na contramão dos exilados que chegavam.
Partiu só fisicamente, porque continuou atento e irritado com tudo que acontecia por aqui. Era um Paulo Francis de pavio curto. Mas, ao contrário de Francis, era um escravo do rigor, da data certa, da informação exata.
O Brasil desumano que passava aos olhos de Ivan tinha de disputar espaço com o Rio de 1949 a 1964 que vivia em sua memória, do qual ele se lembrava de todos os endereços, números de telefone, firmas comerciais, marcas de produtos, linhas de bonde, letras de músicas, times de futebol, enfim, do lixo que faz a vida valer a pena.
Ruy Castro
A charge de hoje na Folha – se você clicar na imagem, como que por bruxaria ela fica maior!!!
e as demais ideias que ficaram pelo meio do caminho…
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… sem sair do tom. E alguns rabiscos. Clique nas imagens e elas misteriosamente se ampliarão.
01 – Folha de S. Paulo, 11/06/2012
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03 – Gazeta do Povo, 11/06/2012
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Charges da Folha e GP e esboços da semana passada e desta…
Quase anoréxico
Esgoto
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Charges e mais algumas ideias que tive essa semana. Devo admitir que não rolaram ideias lá muito boas, mas… foi o que deu. Sorry.
Assim como jogador de futebol, chargistas têm dias ruins… alguns inclusive, péssimos. Mas a vantagem da charge ter a expectativa de vida de uma Drosóphila melanogaster (a famosa mosca das frutas) é que no dia seguinte ninguém lembra dela. Exceto se for muito boa. Ou muito ruim.
Folha, 2805
02 (ficou claro que isso são cuecas?)
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